quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Um mal da atualidade.

Hoje descobri que sofro de uma "doença", que é muito comum na atualidade. Com a vida corrida, o stress predomina e se propaga em várias pessoas, de várias classes sociais, de diversas raças, religiões e etc...
Na cultura contemporânia é muito comum nos cobrarmos de várias formas, estilo visual, intelectualidade, desempenho no trabalho entre outros (...).
Não temos paciência em esperar acontecer, esperar o carro da frente andar, as filas de banco, a internet quando não tem a velocidade desejada... as vezes não temos paciência nem de escutar o próximo. Começamos a confundir os nossos próprios pensamentos, maquinando coisas que não são reais, sofrendo por antecipação.. enfim, nos enganamos a nós mesmos.
Se você se identificou com o texto acima, saiba que é um bom candidato a ter ansiedade, veja agora alguns sintomas:

  • Fadiga
  • Insônia
  • Falta de ar ou sensação de sufoco
  • Picadas nas mãos e nos pés
  • Confusão
  • Instabilidade ou sensação de desmaio
  • Dores no peito e palpitações
  • Afrontamentos, arrepios, suores, frio, mãos úmidas
  • Boca seca
  • Contrações ou tremores incontroláveis
  • Tensão muscular, dores
  • Necessidade urgente de defecar ou urinar
  • Dificuldade em engolir
  • Sensação de ter um "nó" na garganta
  • Dificuldades para relaxar
  • Dificuldades para dormir
  • Leve tontura ou vertigem
  • Vômitos incontroláveis
Texto produzido por Kety Sarto e Kamila Sarto.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Crianças e suas questões.


Estavamos eu e meu primo conversando alguma coisa sobre cachorros. Eu tinha uma cachorra chamada Léssie, e ele perguntou:

- A Léssie não teve filhotinhos?
Eu disse:
-Não.
Ele então disse:
- Ah! já sei... pra ela ter filhotinhos ela tinha que ter casado com um cachorro, porque aí Deus podia dar os presentinhos pra ela (os filhotinhos).

Achei isso engraçado, porque nunca pensei dessa forma em relação a gravidez... casamento, ele disse de uma forma mais doce, e não deixa de ser verdade.

Lembrei hoje, da minha decepção, quando aprendi que uma cachorra não podia dar a luz a 101 filhotinhos de uma vez.
Pra quê tanta mentira? podia ter se aproximado um pouco da realidade.

Essa foto peguei na net, muito engraçada a carinha da criança que vê o cachorro sem patas superiores.
(Quero deixar claro que não acho engraçada a situação do cachorro, mas a postagem é sobre a inocência das crianças.)

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Eis que estou á porta e bato.


ESTOU Á PORTA


"Eis que estou à porta e bato. Se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele" (Apocalipse 3,19). Assim fala o Senhor à Igreja de Laodicéia.

Essas palavras não pertencem ao texto dos nossos quatro Evangelhos, mas, fazendo parte do Apocalipse, pertencem ao evangelho eterno que reúne todas as mensagens que Deus dirige aos homens. Elas não conduzem a um episódio histórico determinado. Exprimem uma experiência que pode ser de ontem, de hoje ou de amanhã, um apelo que, sem cessar, ressoa em meu coração, como em meus ouvidos e me comove.

"Eu estou à porta..." Eu o vi chegar. Ele andava rapidamente. Eu sabia, ou melhor, sentia que ele se dirigia à minha casa, e me retirei, apressado, da janela, para que ele não me percebesse. Porque eu não estava seguro de lhe abrir a porta. Suas visitas provocam em mim uma impressão contraditória. Nós nos conhecemos há muito tempo. Houve época em que éramos íntimos. Depois, nossos encontros se espaçaram. De um lado, eu me senti honrado e feliz de tê-lo em minha casa. De outro lado, eu me sentia mal. Ele provocava em mim questões pessoais, inesperada que agiam como queimaduras em meu íntimo. Eu tratava de levar o assunto para o domínio das idéias e das doutrinas, mas ele voltava sempre para as coisas íntimas sobre as quais eu temia falar. Muitas vezes ele veio e eu, ao invés de abrir, me escondi, não sem remorso e vergonha.

Agora, ele vem à minha porta. Não à porta principal de minha casa, mas uma porta lateral, menor. No começo de nossa intimidade, quando eu não tinha segredos para ele, eu lhe havia pedido para vir sempre por essa porta, deixando a grande porta da frente para os estranhos e as visitas de cerimônia. Depois, comecei a sentir um mal estar por ter-lhe oferecido essa porta. Entrando por ela, ele atravessava os cômodos mais familiares de minha casa, nem sempre arrumados. Parecia interessar-se por minha sala de jantar, minha cozinha, meu quarto. Eu temia que ele descobrisse certas coisas que não eram o que deviam ser. Eu pretextava ocupações urgentes.

Para cortar de vez, condenei a porta lateral, e comecei a fazê-lo entrar pela porta da frente. O tratamento que passei a lhe dar fez com que as suas visitas se tornassem frias, formais, e cada vez mais raras.

Eis que ele chega hoje à porta lateral. Está fechada. Depois que foi condenada, uma vegetação selvagem começou a cobri-la. A fechadura ficou toda enferrujada. Ele para diante da "sua" porta e olha para ela. Será que vai tocar, mostrando que deseja refazer as relações íntimas de outrora? Ele toca. Será que abro? Nada está pronto para recebê-lo. Tudo se encontra em completa desordem. E onde está a chave dessa porta? Ele bate ainda. Eu observo de longe, ele toca suavemente, lentamente. Noto que seu olhar se dirige diretamente em frente, para a porta. Sua expressão é grave, atenta, mas não impaciente. Parece concentrar-se, não sobre a porta e a resposta que lhe darei, mas sobre a graça que o Pai pode inspirar.

Ele continua tocando. "Eu estou à porta e bato". O verbo está no presente. Trata-se de ação repetida continuamente. Que fazer? Não posso viver sem sua presença. Se abro, será que ele vai me fazer questionamentos? Tentarei desculpar-me? Só posso abrir, se me decido a entregar-me a ele, sem condições... Então não haverá problemas... Dirijo-me à porta. Abro-a com dificuldade, por causa das plantas parasitas que ai cresceram.

"Senhor, entre, tu sabes..." Eu ia dizer: "tu sabes, Senhor, que, apesar de tudo, eu te amo!" Mas não ouso continuar a frase, e um soluço me impede a voz. Ele me olha com um sorriso calmo e diz: "eu sei... vou cear com você". Eu me assusto: "Senhor, eu não preparei a ceia; não tenho nada do necessário". Ele responde: "Sou eu que o convido. Eu quero, em tua casa, celebrar a minha Ceia".

(Um monge da Igreja do Oriente)

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

"Mais de 1 bilhão de pessoas passam fome no mundo" diz ONU.


"A FAO estima que 1,02 bilhão de pessoas estão subnutridas no mundo todo em 2009", diz o documento, divulgado na sede da organização, em Roma. "Isto representa mais pessoas com fome do que em qualquer outra época desde 1970 e uma piora das tendências que já estavam presentes antes mesmo da crise econômica."

A situação está muito mais grave do que eu imaginava. 1 bilhão de pessoas representa 1/6 da população mundial.
E nós vemos tanto dinheiro sendo esbanjado, com, guerras, olímpiadas, copa do mundo, carnaval e festinhas de cachorrinhos milionários.
Não sou contra a organização de eventos mundiais esportivos, mas creio que nos sentiríamos muito mais felizes se o dinheiro do nosso país fosse empregado
para ajudar pessoas que passam fome. Eu como ser humano, coloco em primeiro lugar o ser humano.
Como podemos saber que existem pessoas iguais a nós passando fome, o alimento é sagrado, é nosso combustível.
Podem dizer que as Olimpíadas de 2016 vai ajudar no progresso do país e etc., mas vai custar muito aos cofres públicos, especulam que os gastos vão ser de mais de 30 bilhões. No pan especulavam um valor, no fim esse valor foi três vezes maior que o previsto. Imaginem se acontecer o mesmo nessas olimpíadas?

Sei que sou uma sonhadora, metade das coisas que imagino não vão acontecer, mas tenho certeza que metade vai. Nunca vou parar de sonhar com uma sociedade melhor, uma sociedade que tenha acesso a educação, a saneamento básico, a saúde básica e a principalmente alimentação.


Leia mais sobre o assunto:
BBC Brasil: Produção de alimentos precisa aumentar 70% até 2050, diz ONU
Mais de um bilhão de pessoas passam fome no mundo, diz ONU

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Adeus 17!


Ontem passei um bom tempo olhando minhas postagems anteriores, e percebi que em um ano eu mudei muito, a um ano atrás, penso, enchergava o mundo de uma forma que hoje vejo que estava enganada. Muita coisa mudou. Minha fé aumentou.
Essse ano meu blog ficou praticamente abandonado, portanto, não relatei as coisas que aconteceram nos 17 anos da minha vida.

Começando por janeiro, fiz uma viagem inesquecível, eu e minha irmã fomos pra um acampamento em Brotas- SP, foi muito bom, passamos dois dias inesquecíveis. Foi muito bem programado, e uma atenção muito boa, vivemos dois dias intensamentes, me lembro de uma frase que me deixou traumatizada, tal foi: -Vamo bora mulherada!, minha monitora dava esse grito nas horas q eu não aguentava mais tanta atividade, foram muitas atividades, futebol de sabão, caça ao tesouro na noite (com direito a lanterninha), muitas piscinas, um restaurante MARAVILHOSO.

Isso foi uma das coisas que marcaram meus 17 aninhos.
Comecei a trabalhar em março, num restaurante de garçonete. Parei de trabalhar agora em setembro, estava extressada.

Sem dizer que nessa mesma época que trabalhava comecei a fazer cursinho, eu fazia o que podia, mas querendo ou não trabalhar atrapalha quem quer se dedicar nos estudos.

Neste mesmo ano li 4 livros do Augusto Cury, o primeiro NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS, inspirada nesse livro continuei lendo suas obras: 7 SEMANAS PARA MUDAR UMA VIDA, PAIS BRILHANTES PROFESSORES FASCINANTES e O VENDEDOR DE SONHOS.

Comecei a frequentar a igreja Assembléia de Deus.

Engordei 5 kg, pesando agora 53,4 kg.

Fiz outro cursinho aos sábados, sendo o mesmo meu único dia de folga no trabalho.

8 dias antes de completar a maioridade, fui p/ Rio de Janeiro, fui figurante na malhação, uma experiência incrível, conheci o RIO, Copacabana, as imagens estão aqui na minha memória.

ADEUS 17 ANOS, FOI UM ANO MARCANTE!

BEM VINDO 18 ANOS!

sábado, 10 de outubro de 2009

Comam muito chocolate e Preservem a Mata Atlântica!


Comer chocolate, é importante para a preservação do resto do resto de Mata Atlântica. Agora podem estar se perguntando qual a ligação entre Mata Atlântica e chocolate?
O cacaueiro só sobrevive se estiver plantado abaixo de uma outra árvore, como assim? Para quem já esteve dentro de uma mata, sabe que a luz do sol entra com dificuldade, porque a copa das árvores "tapam". Portanto o cacaueiro deve ser plantado debaixo dessas arvores maiores, para que ele sobreviva e dê frutos, no caso, o cacau.
Como sabemos, o cacau é a principal obra prima do chocolate (dãã).
O cacau foi responsável pela recuperação de 1% da Mata Atlântica (aquela que só tinha 6% do original, portanto, agora 7%), isso quer dizer que se comermos bastante chocolate quem sabe recuperamos mais 1, 2, até mesmo mais 3% do que foi desmatado. A mata Atlântica é o bioma mais rico do Brasil (ou era).
Se você está cumprindo dieta e não pode comer chocolate mas mesmo assim quer participar da recuperação da mata Atlântica, compra e mande pra mim, eu farei esse sacrifício por você!

até a Próxima!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Bon Jovi no Brasil!


Fiquei muito feliz em saber que, provavelmente no segundo semestre do ano que vem, o Bon jovi vem ao Brasil. Com certeza eu vou, espero isso muito tempo, esse show promete!

Agora em novembro eles vão lançar um novo single We weren´t born to follow, o bom é que por gostar de suas músicas aprendo inglês muito mais fácil.

Eu achei essa imagem um pouco embaraçosa, o Jon sempre coloca o microfone p/ platéia, mas nessa foto deu uma impressão de uma luta de espadas, acho que pode ser uma pouco de imaginação minha. ^^

Beijos e até a próxima!

quinta-feira, 1 de outubro de 2009