sábado, 7 de junho de 2008

Eu, pássaro.


Era uma vez um pequeno pássaro travesso que achava que já podia voar para qualquer lugar que pensasse, só que era apenas um pequenino passarinho, a passára-mãe não gostou da idéia dele sair naquela hora pois, era um pouco tarde, então o passarinho revoltado com sua mãe começou a piar alto e irritantemente, uns dias antes ele parecia muito distante do convívio da fámilia passarto. Então a pássara mãe assistindo aquela cena, ficou muito triste e sentida, o passarinho falou muitas coisas idiotas e babacas, e ela ficou muito triste, o passarinho se retirou da presença de sua mãe e quando voltou viu o quanto tinha a magoado, mas lembrou de uma coisa que tinha escutado do seu professor que disse assim: - Amasse esse papel! e ele então amassou, depois o professor voltou a dizer: - agora tente deixar como antes! então percebi que o coração de alguém que nós magoamos é como aquele papel, quando mal-tratamos alguém, amassamos... e quando nos arrependemos queremos que volte a ser como era antes, mas é impossível um papel amassado voltar a ser como era antes.

O passarinho com a consciencia pesadíssima pediu desculpas a pássaro-mãe, e ela então o disse: - Eu tenho percebido você distante, e não quero que isso continue, somos uma família, nos mantermos unidos é necessário, tudo o que eu faço para você é o melhor de mim, sair de noite tem o perigo do gavião te pegar, por isso tenho medo, então sempre se mantenha perto de mim.

Nesse dia o passarinho percebeu como é ruim ver a nossa mãe triste, e ele prometeu a si mesmo a nunca mais deixar que ela se zangue, e aprendeu que mãe é uma preciosidade, rara, imperfeita porém perfeita.... apesar dele estar o tempo todo errado, ela esquece seu erro e tenta encontrar uma forma dele não ser mais assim, e não precisou nem de muitas palavras para ele perceber que errou....

Esse foi o eu dia.! rs
Boa noite,!

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